Isidore Ducasse (1842-1870), nas suas próprias palavras, filósofo incompreensabilista, uruguaio, auto-intitulado de Conde de Lautréamont, desaparecido misteriosamente numa pensão parisiense aos 24 anos, escreveu aquela que é ainda hoje unanimemente considerada a obra literária mais explosiva desde o seu surgimento, elevado a génio pelos surrealistas e a maldito pelos meios conservadores.(...)