O mundo está aí, fervilhando à nossa volta, desassossegado no desassossego dos humanos… nós. Repositórios de virtudes e de defeitos. Prontos para o gesto sublime e a crua maldade. Sempre cheios de curiosidade e desejo de experimentação. Privilegiados com o acesso à inteligência, tantas vezes mergulhados na mais insana ignorância. O poeta tomando consciência da envolvência que o circunda, olhando, tentando ver... entender. Por vezes, perplexo perante o entendimento. É isso que aqui lhe bate nos poemas.