A nossa sociedade está enferma. Não só física ou mentalmente, ela sofre de uma enfermidade ética. Diante da pressão sob a qual nos acostumamos a viver, perdeu-se a elegância e a compaixão. Os nossos líderes não são mais do que um reflexo disso.
E, certamente, não será deles que partirá nenhum movimento. Não haverá um decreto presidencial ou uma resolução da ONU que transformará este estado de coisas. Tal, só pode partir de dentro para fora, em cada ser humano que decida imprimir a sua marca de dignidade e honradez, no seu pequeno círculo.