Esta publicação pretende ser um caderno de viagens. Apontamentos avulsos da índia que cada um de nós construiu. Partilhamos nela reflexões pessoais, por vezes digeridas em provas académicas, mas não nos limitamos a elas, conscientes das limitações próprias da juventude ou simples falta de proficiência na arte narrativa, desenhada ou impressa em emulsões. Abrimos o leque ao olhar do desenho de Álvaro Siza ou de Fernando Távora; às memórias vividas em permanência de Paulo Varela Gomes; entrevemos história nas albuminas antigas; descobrimos os derradeiros dias de Diu antes da anexação. Todas acrescentam à nossa, outras experiências, e paradoxalmente ilustram-na.
Bombaim, Diu, Damão, Goa, Agra, Fatepur-sikri e Delhi foram paragens do nosso itinerário físico.