Luís não nos atormenta nem se atormenta. Reflecte e faz reflectir, na paz da dúvida. Na tranquilidade de uma obra que não é pacífica, que nos inquieta, que nos perturba; mas que não nos dá desânimo. Faz da sua escrita um lugar onde apraz estar. Onde apraz pensar e reflectir. Não precisa de dizer muito. Como escreveu anteriormente: "O que se pode dizer com meia dúzia de palavras? Muito, mesmo muito, muito mais do que se imagina.