Este livro divide-se em cinco capítulos e trata das cadeias do Alto Minho, considerando o horizonte temporal que abrange o século XVIII e o início do século XIX, sem, no entanto, deixar de ter em consideração, para servirem, nomeadamente, de termo de comparação, os estabelecimentos prisionais existentes noutras regiões de Portugal e os sistemas e modelos penitenciários adotados noutros países.
Há um conjunto de questões, designadamente as que de seguida se enunciam, subja-centes ao desenvolvimento da temática que nos propuse¬mos abordar, para as quais ten-támos encontrar elementos que permitam a formulação de respostas consistentes:
Afinal, para que servia a cadeia? Para punir? Para regenerar? Para punir e regenerar?