Obra inédita e surpreendente que traz à luz do dia esta espécie de senhas e
contra-senhas da nossa identidade, lhes atribui um autor, quando possível,
uma data e o contexto em que foram ditas. A matéria-prima é inesgotável.
De Viriato a D. João II, passando pelas expressões populares, até chegar
aos mais recentes fazedores de frases como Mário Soares e Cavaco Silva.
"Só fui à Figueira para fazer a rodagem do meu Automóvel"
Cavaco Silva
"À grande e à francesa"
Expressão popular nascida em 1807
"Sei muito bem o que quero e para onde vou"
António de Oliveira Salazar
"Voltará numa manhã de nevoeiro"
Gonçalo Anes Bandarra