Francisco Costa, o único escritor genuinamente sintrense, nas palavras de Miguel Real, nasceu em Sintra em 1900 e ali viveu até à sua morte, em 1987.
Foi, durante vários anos, bibliotecário-arquivista da Biblioteca Municipal de Sintra.
Escritor de convicções católicas profundas, editou livros de poemas e de ensaio, bem como vários romances.
Destes, realce para este A Garça e Serpente (1943), Prémio Eça de Queiroz e já publicado nesta mesma coleção, e Cárcere Invisível (1949), Prémio Ricardo Malheiros da Academia das Ciência de Lisboa.(...)