Edição apoiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia
«A partir desses olhares fomos «atirados» para um exercício hermenêutico - numa (re)interpretação crítica e interrogativa, tomando como projeção o ser humano, a Vida… e a Educação - matéria que nos anima. Gostaríamos, assim, de manter o fogo relativamente à seguinte ideia: existem grandes coisas da condição humana que não deveriam ser esquecidas e que devem ser sempre (re)interpretadas no(s) seu(s) sentido(s) e significado(s), e na qual o Educar faz-se presente. Será, pois, uma reflexão com o objetivo de emprestar um olhar didático/pedagógico tendo a ousadia de virar do avesso aquilo que se julga ser do campo da verdade absoluta… pois, na verdade, ela contém outras verdades não absolutas.»
António Camilo Cunha, do prólogo