Neste livro, as autoras depositam e conjugam as suas ideias como quem bebe água de uma fonte.
A narrativa poética da história flui de uma forma natural, doce e espontânea, imaginando uma aparente realidade. Umas vezes alertando-nos em murmúrios leves, afirmando que o enredo da própria História poderia ter sido mesmo assim, outras gritando-nos emotiva e lancinantemente que afinal a narrativa não passa de um sonho e feliz imaginação trocada entre elas.
Por isso mesmo, no final o que fica é a evidência que elas vivem no mesmo tempo e no mesmo território e por isso o seu ideal é comum.