Na traça dos azulejos fica um canto moiro. A escritura das ilusões verdadeiras na esperança vadia da vida. O prazer de dar no partir de nós.
Na grossa parede do tempo hão-de fixar--se as imprecisas marcas do desejo, os sonhos que não morrem ao acordar. Tudo sem tempo, tudo no seu tempo.
Esperar o que se não tem é perecer ou vingamos catalogando sortes?