Joan Didion (1934–2021), premiada e aclamada escritora americana, foi autora de romances, obras de não ficção, peças de teatro e filmes. O seu estilo jornalístico, que o The New York Times descreveu como «elegante, sofisticado e irónico», fez de Didion uma voz literária que revelou com superior acutilância, durante décadas, a identidade da América.
Em 2005, Didion recebeu a Medalha de Ouro da Academia Americana de Artes e Letras; dois anos depois, foi distinguida pela National Book Foundation pelo estimado contributo para a crítica e escrita americanas, elogiada na ocasião da seguinte forma: «Didion é uma observadora incisiva da política e da cultura dos Estados Unidos há mais de quarenta anos. Tem lugar reservado na literatura americana, sendo merecedora da admiração de várias gerações de escritores e jornalistas.» Em 2013, recebeu do então presidente Barack Obama a Medalha Nacional de Humanidades.
Dela própria, Didion disse uma vez: «Só escrevo para descobrir o que penso, o que procuro, o que vejo e o que isso significa.»
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