«Joguei até ao fim. Um homem que me seguia enfiou-me uma bala bem em baixo, do meu lado esquerdo, quando fui tirar a estaca de prender os cavalos. Dói como o diabo! Perdi sangue. O pior é que ele está em sítio onde eu não posso alvejar. Não me atrevo a fazer uma fogueira. O ouro está escondido. Tenho também de esconder este diário. Se os rapazes vierem à minha procura, mais cedo ou mais tarde hão-de encontrá-lo.»
«Estou aqui encurralado vai para cinco dias. Já não há comida. Já não há café. Água, só da chuva e do orvalho»
Bastavam estas páginas de um diário, escritas pelo velho Sackett, para porem todos os filhos em acção. No rasto do pai... No rasto do ouro...