A expansão das novas tecnologias e as alterações que provocaram no panorama industrial criaram modificações fundamentais no domínio dos recursos humanos. O desaparecimento dos ofícios tradicionais, a multiplicação de acções de formação e as mudanças profundas nas relações profissionais deixam perplexos o patronato e os sindicatos mais conservadores e servem de estímulo às investigações de sociólogos, economistas e filósofos. Ao ergónomo está reservado o estudo minucioso das características específicas de uma determinada situação, presente ou futura.
O seu objectivo não é descrever as evoluções na sua globalidade, mas sim conceber ou aperfeiçoar casos concretos, tendo como interlocutores directos os produtores, os funcionários, os operários, os técnicos e os engenheiros.