O livro procura, primeiro, indagar os pilares americanos e europeus da
crise financeira de 2007 e das crises subsequentes, ditas de dívida
soberana, incluindo o elemento sempre presente das teorias da
conspiração sobre a turbação contínua. Depois, debruça-se o escrito
sobre o caso português. Salienta alguns traços relevantes, desde o fim
do segundo governo de Sócrates às correntes experiências, em torno
da adequação aos memorandos de entendimento com a missão
internacional de assistência, vulgo troika, e passa em revista domínios
que parecem relevantes.