A forma como uma nação conceitua as crianças e os adolescentes, como os protege legalmente, e como os beneficia em termos de políticas, tudo depende da forma como a adolescência e a infância são vistos pelos cidadãos. E esta visão depende em grande parte da informação veiculada pelos Media.
Devido esta conjuntura os movimentos sociais de defesa dos direitos da infância no Brasil perceberam que é fundamental divulgar para os meios de comunicação social as problemáticas relacionadas com as crianças e adolescentes, promovendo o enquadramento de temas como educação, trabalho infantil, violência sexual, delinquência juvenil.
Mas, será que esses movimentos conseguem influenciar significativamente a produção do discurso noticioso sobre estas questões diante de um cenário de crescimento dos grandes grupos empresariais de comunicação, e de dissimulada censura económica e política?
Esta obra é um estudo de caso paradigmático.