«Terminava o ano de 2013. Voei para Bristol para passar o Natal, o Ano Novo e os aniversários, meu e da minha sobrinha. Levei comigo um livro de José Tolentino Mendonça, Nenhum Caminho Será Longo - Para uma teologia da amizade. Livro que adorei. Uma caminhada que fiz com muita alegria. Com o livro, um bloco com o mesmo título gravado a negro na negra capa. Um bloco com folhas brancas, cada uma delas encimada por epígrafes. (...) Escrever um texto ou um poema em cada folha, à volta da ideia de cada frase, sem nenhuma obrigação especial, foi vontade que logo me assaltou.»
Jorge C. Ferreira, do prelúdio