Com a paz possível do século XXI, definir o amor pode ser tarefa arrogante e vã. Estes cinquenta poemas tentam defini-lo com duas simples noções: a dor e a aprendizagem com o passado, e a consequente apreciação do presente.
Poemas que abordam carinho, erotismo e fantasmas que o medo da solidão nos traz, com a posterior alegria. Bastante autobiográficos, são versos em que a autora procura a empatia, a afinidade de qualquer leitor, pois este livro pretende-se aberto no papel e nas experiências que descreve. Amor simples e empático, não hermético, fugaz e rebuscado.