«Philip Roth e as personagens por ele concebidas numa cena histórica contemporânea surgem radicalmente ancoradas num espaço,
Newark. Ali se reconhece a especificidade de tecidos sociais e étnicos com óbvia incidência no microcosmo judaico que, ao longo do
tempo, foram (re)configurando o perfil daquele espaço. E, todavia, a sua obra transcende essas fronteiras geográficas, afirmando-se como uma alegoria crítica da sociedade americana do pós guerra.» in Contracapa