Este livro representa não só uma vertente essencial da nossa contemporaneidade, em termos de produção, divulgação e crítica do conhecimento, mas também um retrato das exigências que a própria sociedade assume para tratar dos Seus. Com mais ou menos interregnos, o decurso dos vários milénios que a humanidade já viveu revela, à saciedade, que o conhecimento só faz sentido, mormente quando estamos inseridos no horizonte do acto médico visto na sua globalidade, se aliado ao bem comum. Neste caso, no contexto da obra, o bem comum é fazer com que as pessoas vivam melhor e durante mais tempo, com a saúde possível, com ajuda, pois, do actual conhecimento que, todos sabemos, joga com a chamada Inteligência Artificial (AI).