Numa fase em que a Ordem de Cristo estava no auge e tinha a sua sede em Tomar, como eram o espaço e a vida na região do Médio Tejo? Quem eram as pessoas que viviam neste lugar, de onde tinham vindo, como se chamavam e quais eram as dinâmicas sociais? Este conjunto de estudos de antroponímia histórica, sem esquecer a toponímia, pretende responder a estas questões e dar-nos conhecimento de algumas curiosidades características de uma região. Vemos, entre outras coisas, como a toponímia e a antroponímia se entrecruzam, espelhando aspectos da fisionomia de diversas localidades desta região: a omnipresença da água; o relevo e a vegetação, as terras cultivadas e os maninhos; e a relação com os seus habitantes.