Depois de incendiar palcos, chega o livro de “Catarina e a beleza de matar fascistas”
Portugal, 2028. Com 117 deputados fascistas na Assembleia da República, a extrema-direita chegou ao poder e começou a retirar direitos às minorias e a restringir o acesso do povo à informação. Enquanto isso, no Sul de Portugal, uma família cumpre a sua tradição anual de matar um fascista por ano, vindicando todos aqueles que foram pessoalmente vitimizados pelo fascismo, até que este deixe de ser uma ameaça.