Em contínuo movimento
"Este puto é do caraças", disse quem o ouviu, em 2003, no casting para a Operação Triunfo. O comentário, espontâneo, não podia ter sido mais certeiro. Dino D’Santiago, agora mais adulto, experiente e maduro, certamente mais consciente de si, continua a justificar o qualificativo, dentro e fora do palco. É um músico reconhecido internacionalmente, um cidadão empenhado, um embaixador de várias culturas. O livro que acaba de publicar, Cicatrizes (Ed. Arena), é mais um exemplo dessa voz que se faz ouvir por tudo o que tem de individual e de coletivo.