Três poemas para recordar António Gancho
Vinte e sete anos depois da primeira edição, a Assírio e Alvim reedita o conjunto de poemas que António Gancho confiou para publicação em 1995 e a que chamou O Ar da Manhã. Natural de Évora, o poeta — nomeado por Heberto Helder como uma das melhores vozes da poesia portuguesa — fez parte da geração literária dos surrealistas, intelectuais e artistas que frequentavam o Café Gelo, no Rossio, em Lisboa, tendo publicado, em 1990, o romance “As Dioptrias de Elisa”. A propósito da nova edição, partilhamos três dos seus poemas presentes na obra.