Foi (será sempre) meteorologista. Durante anos, apresentou a informação meteorológica na RTP e na TVI. Em 1998, estabeleceu a relação entre o Instituto de Meteorologia e a Proteção Civil e, em 2002, tentou desenvolver um projeto-piloto de regionalização de atividades, com centro em Castelo Branco, sobre a monitorização do ciclo vegetativo da fruticultura e sobre os impactos dos extremos do calor e do frio no distrito. Foi professor-convidado de Climatologia no Instituto Politécnico da Guarda. Mantém uma intervenção regular na imprensa com a coluna "Cata-Ventos", primeiro no Diário de Notícias e, desde que regressou à terra natal, em 2002, no semanário Reconquista. Compilou e analisou a componente meteorológica do adagiário popular em "Mudam os Ventos, Mudam os Tempos" (Gradiva 1996, com edições aumentadas em 2002 e 2006). Refletiu sobre os tempos da história e do seu encontro com uma segunda pátria em "Voltar a Timor" (Gradiva, 1998). Registou reflexões sobre a evolução das ideias ao longo do seu percurso em "Podia Ser de Outra Maneira" (Ulmeiro, 2000).
Dirigiu o Grupo de Poesia e Teatro "Mãos ao Ar" da secção de Castelo Branco da Associação Nacional de Professores.
Em 2016, atreveu-se a entrar no território arriscado, trabalhoso e estimulante de ver, sentir e comunicar com as gramáticas da poesia. Publicou "Corpo Aberto" e em 2018 "De Muitos Ventos e Utopia" (CMCB, Coleção Alvores).
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