Reunida pela primeira vez num mesmo volume impresso, uma selecção da melhor ficção curta de João Ventura.
Cultuador de narrativas acutilantes na tradição de Jorge Luís Borges, Italo Calvino e Julio Cortázar, João Ventura usa a linguagem não apenas como um jogo, mas muitas vezes como personagem, ou mesmo alma, das suas narrativas. Provando que o bom senso raramente é comum, as histórias que cria são habitadas pelos nossos desejos e pecadilhos banais, tornados extraordinários.
Não se esqueça que Tudo isto existe! E que, parafraseando o adágio, se há aqui algo que não é verdade, pelo menos foi muito bem inventado…