Por entre as ruas, os becos, as escadas, as esquinas e travessas do Porto. É desta forma que César Santos Silva, ao longo de 146 topónimos, nos convida a explorar uma cidade que gosta das suas mulheres e as homenageia, perpetuando-as como parte si, nas suas artérias, nas suas veias. Mulheres que rezaram, pintaram, escreveram. Mulheres que traçaram planos indizíveis com crianças ao colo e projectaram, silenciosamente, um futuro. Mulheres que sonharam um homem, um deus, uma ideia. Elas também são as ruas do Porto, este Porto no feminino.