O autor aborda o tema bastante polêmico da relação do Tempo em suas diversas modalidades com a formação permanente, denominada por ele
cronosformação. Esta seria a explosão do tempo em múltiplas temporalidades, centrada na formação como função de evolução humana. A
cronosformação pede uma nova abordagem que leve em conta novos sincronisadores como o cotidiano, a
alternância, o retorno narrativo sobre a vida.
É mostrada, também, a possibilidade de uma formação permanente que é absolutamente pessoal e intransferível, uma formação que não é nem
uniforme nem telecomandada, mas depende da própria pessoa e de sua relação consigo mesma, com o outro e com o meio que a circunda.