Rui de Brito (1932 – 2010) colaborou como articulista, entre 1957 e 1998, nos jornais "República", "Diário de Lisboa", "O País", "A Capital" e "Correio da Manhã" - Profissional da comunicação e publicitário, exerceu, de 1993 a 2001, a docência no ensino superior, na área da Comunicação. A sua obra de ficção inclui os romances "Já Se Pode Brincar na Relva" (1970), "Banana Split" (versão não integral 1979; versão integral 2007), "Sud Express" (1999) e "Nos Olhos do Camaleão" (2001), bem como o livro de contos "Gatos e Homens" (2004). Conviveu com poetas e escritores como Vasco de Lima Couto, Daniel Filipe, Miguel Torga, Urbano Tavares Rodrigues, Luís de Stau Monteiro, José Carlos Ary dos Santos, Alexandre O'Neill, Carlos Eurico da Costa e João Aguiar, entre outros. Foi um humanista e um defensor intransigente da liberdade de expressão e da Democracia, antes e depois do 25 de Abril. Nas suas próprias palavras, "As ideologias são muito importantes, mas o que interessa é a condição humana" (em entrevista ao jornal "Expresso",6/11/1999).(...)