«Os Sons da Nação aborda a história recente de Angola a partir de um ponto de vista menos sangrento e mais sonoro, menos sofrido e mais dançante, enfatizando as relações entre a música local e a construção de um sentimento de nação independente, soberana e auto-suficiente culturalmente […] O texto percorre dois momentos cruciais de Angola - o fim do período colonial (1945 a 1975) e o pós-independência (1975 até o início do século XXI) […] é apresentado um panorama da música feita na Angola do século XXI […]refletindo o dia-a-dia da população do país, transcendendo o sofrimento, construindo novas relações sociais e mostrando que a diversão pode ser subversiva e que a subversão pode ser algo divertido.»
Mateus Berger Kuschick