«[…] um texto de culto, solitária e curta ficção de um autor com mais dois livros apenas, ambos de viagens; as cerca de quarenta páginas a que Sainte-Beuve chamou verdadeiramente delicadas, Anatole France uma jóia, Honoré de Balzac uma pintura deliciosa dos costumes do século anterior.
Tradução, apresentação e apêndice de Aníbal Fernandes