Da centena de estabelecimentos tradicionais, adegas e tascos existentes em 2005, só estarão hoje em funcionamento cerca de metade, isto é, à volta de cinquenta. Alguns tascos foram remodelados, obrigados a fazerem obras pela fiscalização e, portanto, perderam o seu lado castiço e popular. Outros resistiram à mudança e vão-se mantendo, e neles se podem ainda ver as imagens de Santo António e do Zé Povinho, fotografias clubísticas, mealheiros nas paredes, prateleiras de vidro, balcão e expositor onde estão os petiscos, pipos de vinho, portas de vaivém estilo Texas e, às vezes, canta-se o Fado.