Sfar tornou-se o mais visível dum grupo de autores que mantêm a coesão, como Trondheim, Blain, David B., Guibert, que produzem incansavelmente e que misturam as suas produções. A tónica do discurso deste grupo vai para a criatividade e originalidade, a aproximação à escrita, o entretenimento inteligente e bem contado. Em relação às escolhas de paginação, Emmanuel Guibert, diz que têm tanto para contar que é forçoso fazerem as coisas de maneira simples e que deixam as paginações complicadas para quem tem as ideias curtas. Segundo Sfar o que é importante é que o desenho, parecido ou não, seja compreensível, o verdadeiro realismo é Picasso a desconstruir um touro.(...)