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Num esventrar da sua caminhada pelo O Ribatejo, nas páginas seguintes nos coloca nas muralhas do castelo de Abrantes e, nos aguça o apetite na sua palha - que mais não é que os bolos doces da terra.
E, eis que se encontra chapinhando nos aluviões das terras entre o Tejo profundo e o Sorraia, provando o melão criado no Malagueiro. Termina o seu devanear, depois de andar pela charneca, em pleno Coração do Ribatejo, no alto do Almourol em Vila Nova da Barquinha.
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Do prefácio (I) de José Gameiro