O dilema moral e ético encontra-se, profundamente, ligado à qualidade das escolhas, à sua natureza e critérios. A natureza das escolhas não deverá contrariar a dimensão ética subjacente ao direito à saúde, não utilitaristas, e baseada na igual e máxima dignidade da pessoa.
A gestão ativa entre a relação custo e a qualidade dos cuidados de saúde e as respetivas condições de acesso deverá, por isso, ter em conta o sistema de saúde, os direitos dos cidadãos e a necessária sustentabilidade, económica e financeira, do sistema de saúde.