Com a tecnologia móvel, cujos dispositivos tendencialmente ubiques compaginam a comunicação ponto a ponto com a comunicação em rede e a comunicação de massas, estarão os critérios do que é público e do que é privado a sofrer redefinições próprias de um nosso tempo tecnológico e cultural?
A dicotomia e as várias e complexas acções dos seus dois termos, continua a ter pertinência num ecossistema comunicativo caracterizado como eminentemente líquido e fluido?
Que relevância e significado dão os atores sociais à esfera do público na sua utilização dos dispositivos móveis ou como encaram e gerem eles as questões da privacidade nos diferentes espaços e tempos de um quotidiano tecnológico?