Diogo Bolota: «Entendo que o trabalho de Paulo Quintas parte de um desenho preliminar imaginado, mesmo que inexistente em papel, mas que ele deseja realizar. Esta visualidade escapa às nossas mãos. Não escapa às mãos do Paulo quando cria esses ídolos, mesmo que na sua vida diária não se cruze ¿sicamente com quase ninguém.»
Este livro foi publicado por ocasião da exposição Primeiras Águas, de Paulo Quintas, com curadoria de António Gonçalves, realizada na Galeria Ala da Frente em Vila Nova de Famalicão, de 27 de Fevereiro a 31 de Maio de 2026.