Dois poetas que pela palavra se unem e se partem em miríades, enganadores poetas que só no poema se partem, unindo as pontas e mantendo a ponte que os amigos, mais antigos do que a escola da vida que os juntou algures na sala de aula dos curiosos, jamais irão quebrar.
Cada verso sem métrica pretende o lugar universal da explicação de cada poro que somos, de cada gota de água que escorreu, de cada molécula de sal diluído que por esse poro passou. Mas o que é isto?