Dividindo a sua atividade entre a escrita, a música e o ensino, Paulo Chagas escreveu canções (gravadas em vários álbuns do grupo Miosótis e de outros projetos), poesia, ficção, ensaio e análise musical. Os seus textos encontram-se publicados em várias revistas (Oro Molido, Jazz.It, Jazz.Pt, entre outras), coletâneas e blogues. Foi um dos coordenadores da antologia de poesia internacional Sal - A world poetry book (2021) e publicou os livros de poesia Correr para trás (2020) e Labirintos e fronteiras (2022). Na prosa estreou-se com o livro de contos Histórias que não é preciso contar (2023) ao qual sucedeu O que permanece (2025).(...)