Pouco tempo antes da sua morte, José
Rodrigues disse que Alberto Péssimo era o
melhor pintor da sua geração. Embora
tenha passado alguns anos sem expor,
reaparece agora com 3 exposições
simultâneas e de temáticas muito diversas.
Há um catálogo único que reproduz na
íntegra os trabalhos expostos. A ideia é criar
um movimento que leve os visitantes aos 3
lugares diferentes, mas geograficamente
próximos.
Os textos que acompanham o catálogo são
de Arnaldo de Pinho (para a exposição
'Sonhar a Bíblia'); Saguenail e Regina
Guimarães (para a exposição 'Fogo no
paiol'); de Nuno Higino (para a exposição
'Lavoura').
Este livro é mais que um catálogo. É um
documento sobre o estado actual dos
trabalhos de Alberto Péssimo: diversos, de
uma criatividade pouco habitual no nosso
panorama da pintura, geniais. Alberto
Péssimo regressou às exposições e isso é um
acontecimento que deve ser celebrado.