Talvez a obesidade seja o mais antigo distúrbio metabólico, e durante muitos
anos esta manteve-se como expoente máximo de beleza, sendo impensável adjectivar como feio um indivíduo com peso acima da média. Porém, com o passar do tempo, tudo se altera e a concepção de que "magreza é beleza" passou a ser a ideia dominante nas sociedades actuais.
Nesta mudança de paradigmas, os obesos deixam de ser "formosos" e passam
a ser encarados como disformes, entrando em crises de tristeza, depressão e exclusão social. Perante esta nova concepção de beleza, verifica-se um crescente número de pessoas que tenta alcançar este protótipo de perfeição, adoptando um estilo de vida muito prejudicial à sua integridade física e psicológica, gerando-se uma obsessão em torno do peso, o que origina um grande desequilíbrio alimentar, levando a casos de extrema magreza.