Os três mestres escultores a trabalhar no território do mármore - Nicolau Chanterene, Francisco Lorete e Pero Gomes - são o bom exemplo dessa prática interdisciplinar, eclética na escala e na matéria, que radica grandemente na competência do desenho e na perícia do entalhe da pedra e da madeira.
De resto, esta tríade de artistas, expressando a sua arte no mármore estatuário de Estremoz, matéria, ela própria, sinónimo de romanidade, foi a responsável pelo singular conjunto de obras aqui estudadas, distribuídas pela geografia alentejana do mármore.