É um voo rasante sobre os abismos da memória. Cada poema é um pássaro indomado, cada palavra um grito lançado ao vento. Não são versos — são plumas incendiadas que riscam o silêncio e iluminam o invisível.
Esta travessia poética não oferece mapas, apenas correntes de emoção onde o tempo se suspende e a alma arde. O leitor torna-se cúmplice dessa libertação entre sombra e clarão, onde o belo e o abrasador se fundem.
Prepare-se para voar.