Bom Dia, Tristeza
Há livros que são para sempre. Bom Dia, Tristeza é um deles. Romance de formação, publicado no início dos anos 50 em França por uma menina de 19 anos, tornou-se um dos maiores best-seller mundiais. com várias edições em Portugal, estava, no entanto, há mais de 10 anos fora das livrarias. A Casa dos Ceifeiros tem o prazer de o reeditar, com os desenhos da primeira edição portuguesa de Mily Possoz e a tradução excelente de Isabel St. Aubyn.
A Morrer
Meses antes de morrer, sabendo que a morte se aproximava a passos largos, a escritora Cory Taylor resolveu escrever um manifesto. Mas não um documento panfletário. Antes uma reflexão tocante sobre a eutanásia e o suicídio assistido. É esta memória, nas palavras de Julian Barnes de uma precisão comovente que, numa tradução de Jorge Reis-Sá e Francisco Silva Pereira se apresenta ao público português.