A invasão da Ucrânia pela Rússia, desencadeada por ordem de Valdimir Putin, em 24 de fevereiro de 2022, deu início a uma prolongada guerra que, acima de tudo, contém o risco, mais do que nenhuma outra após o fim da Guerra Fria, de evoluir para uma confrontação entre as grandes potências, com a ameaça de se chegar ao derradeiro e fatal momento da utilização de armas nucleares. Daí que a maior ambição de qualquer ser humano sensato e bem-pensante (já que também há os outros…), neste primeiro quartil do século XXI, seja o de ver o fim da mesma.
Esta obra, sintomaticamente intitulada Os Demónios de Putin, envolve-nos numa das possíveis fórmulas que poderiam encaminhar os contendores para a paz. E se, com medo de perder a vida num dos vários atentados de que tem conhecimento, o Presidente russo perdesse a sua proverbial frieza e desatasse a agir como alguém que perdeu a razão e, por isso, a capacidade de liderar a governação? Como (re)agiriam os mais poderosos do seu círculo de colaboradores?