«…Mais do que roman-fleuve, este é um romance-manifesto…e, também, um romance-total. Carlos Gravito pôs nele tudo: tudo o que tinha guardado para dizer durante muitos anos, tudo o que tinha para dizer sobre um tempo desta terra cuja obra maior - Os Maias - é um retrato da casta dirigente, como se tudo o mais fosse desguarnecido de interesse...»
Rui Zink