Ir a Olivença é como percorrer, com todos os rituais que nos são comuns, os labirintos de uma saudade bem nossa. Aquela saudade que vem de dentro - do peito e da memória
remota - de cada um. É sempre uma viagem ao passado (de muitos tempos) através dos dados identitários de diversificados momentos que abruptamente vêm à tona, por entre
os objectos, as suas subjectividades e nós próprios. Este álbum pretende ser o repositório de muitas destas imagens a partir das quais, numa visão repartida, reflectimos - sem
ressentimentos nem subterfúgios - o companheirismo e a velha irmandade para com Olivença e o seu povo.