Desde o final do século passado o urbanismo tenta responder aos problemas levantados pela introdução maciça da máquina nos agrupamentos
urbanos, tentando reorganizá-los através de modelos estabelecidos aprioristicamente, que ora privilegiam o rendimento (o modelo racionalista), ora a
tradição, ora a reintegração da cidade ao campo. Utópicas, essas matrizes levaram a sucessivos fracassos - e no entanto continuam a ser amplamente
utilizadas. Crítica vigorosa desse estado de coisas, Françoise Choay estabelece uma antologia de 37 autores.