Traçar o poema como um vestígio de uma presença. Um instante que se demora, improvável, nas palavras, que nos chama e nos toma o olhar. Para logo se desvanecer, não sem nos deixar algo perturbados. Ela, presença, esteve aí, olhou-nos, demorou-se suficiente para que a sentíssemos. Mas o seu tempo era outro, não o nosso.