Chegam notícias de que o pirata Pata de Lata abandonou o seu retiro e voltou ao ataque com energias renovadas. Mas o vasto mar já não é o que era, e é para ele cada vez mais complicado dar com um adversário à altura das boas lutas de outrora. Os sonhos acabam assim por ser o melhor refúgio para este corsário turbulento dar largas às suas ânsias belicosas: dormir ‘à pata de lata’ solta proporciona-lhe momentos de glória, ao imaginar inúmeras batalhas das quais, curiosamente, sai sempre vencedor.
Um conto para primeiros leitores, divertido e engenhoso, cujos versos rimados de Xosé Manuel González, a par das ilustrações de Ramón Trigo, evocam um mundo mítico e transportam o leitor até aos cenários onde decorrem as rimas de Espronceda ou as aventuras de A ilha do tesouro de Stevenson.